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Wu S, Xie L, Zhao Z, et al. Effects of resistance training performed to repetition non-failure on exercise performance in healthy adults: a systematic review and meta-analysis — 2026

Leitura editorial

Revisão sistemática e meta-análise sobre treino resistido sem falha muscular. BMC Sports Science, Medicine and Rehabilitation, 18:333.

Referência

DOI: 10.1186/s13102-026-01861-z.

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Xue F, et al. The role of Piezo1 in skeletal muscle physiology and pathology: from mechanosensing to precision therapy — 2026

Leitura editorial

Revisão sobre mecanossensibilidade, fisiologia e patologia do músculo esquelético. Biochemical Pharmacology, 252:118219.

Referência

DOI: 10.1016/j.bcp.2026.118219.

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Suplementação oral de L-citrulina melhora a rigidez erétil em homens com disfunção erétil leve

Leitura editorial

Estudo piloto simples-cego com 24 homens com DE leve: 1,5 g/dia de L-citrulina por um mês melhorou o escore de rigidez erétil em 50% dos participantes versus 8,3% no placebo, e aumentou a frequência de relações sexuais.

Referência

DOI: 10.1016/j.urology.2010.08.028. PMID: 21195829.

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Suplementos dietéticos herbáceos para disfunção erétil: revisão sistemática e metanálise

Leitura editorial

14 ensaios clínicos randomizados com 1.227 homens. Suplementos herbáceos tiveram efeito positivo sobre função erétil, função orgásmica, desejo sexual e satisfação. Açafrão e ginseng mostraram benefício consistente; evidência para tribulus e maca isolados foi insuficiente.

Referência

DOI: 10.1016/j.jtcme.2025.11.001. PMID: 41696741.

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Suplementos dietéticos para disfunção erétil: análise de produtos comercializados, revisão sistemática e metanálise

Leitura editorial

Metanálise identificou Panax ginseng, Tribulus terrestris e L-arginina como nutracêuticos capazes de melhorar função sexual masculina, mas apenas 8% dos produtos comerciais analisados na Itália tinham dose e combinação compatíveis com eficácia esperada.

Referência

DOI: 10.3390/nu15173677. PMID: 37686709.

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A infatuação com a suplementação de biotina: existe verdade por trás de sua crescente popularidade?

Leitura editorial

Revisão da literatura sobre biotina e cabelo: não foram encontrados ensaios clínicos randomizados testando biotina isolada para qualquer tipo de alopecia. O uso popular não é acompanhado de evidência clínica robusta.

Referência

DOI: 10.36849/JDD. PMID: 28628687.

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Avaliação da razão VCM/RDW e correlação com ferritina em pacientes com eflúvio telógeno

Leitura editorial

Estudo retrospectivo com 250 pacientes com eflúvio telógeno e 250 controles: ferritina, VCM e outros marcadores foram significativamente mais baixos no grupo com queda de cabelo, sugerindo papel da deficiência de ferro.

Referência

DOI: 10.5826/dpc.1203a151. PMID: 36159144.

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Investigação abrangente do status bioquímico em pacientes com eflúvio telógeno

Leitura editorial

Estudo caso-controle com 90 pacientes: não houve diferença de hemoglobina, ferritina, vitamina B12, vitamina D ou biotina entre grupos. Zinco foi o marcador com diferença significativa, questionando a centralidade do ferro isolado.

Referência

DOI: 10.1111/jocd.16512. PMID: 39107936.

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Efeitos de suplementos dietéticos na alopecia androgenética: revisão sistemática e metanálise em rede

Leitura editorial

19 ensaios clínicos randomizados com 1.658 pacientes. Extrato de saw palmetto, entre outros suplementos, mostrou pontuação de regeneração capilar superior ao placebo em avaliação cega por médicos, com boa tolerabilidade geral.

Referência

DOI: 10.3389/fnut.2025.1719711. PMID: 41561175.

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Suplementação de ferro e fadiga em mulheres menstruantes não anêmicas com ferritina baixa — ensaio clínico randomizado 2012

Leitura editorial

Ensaio clínico randomizado multicêntrico, 198 mulheres com ferritina <50 µg/L e sem anemia. Ferro (80 mg/dia) reduziu escore de fadiga em 47,7% vs. 28,8% no placebo (diferença -18,9%, IC 95% -34,5 a -3,2; p=0,02), em 12 semanas.

Referência

DOI: 10.1503/cmaj.110950. PMID: 22777991.