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Suplementação de vitamina B12 em altas doses não reduz fadiga em pacientes com síndrome do intestino irritável ou doença inflamatória intestinal e B12 normal — ensaio clínico randomizado 2018

Leitura editorial

Ensaio clínico randomizado, duplo-cego, 95 pacientes com fadiga incapacitante e B12 sérico normal (≥150 pmol/L). B12 (1.000 µg/dia, 8 semanas) não reduziu a fadiga subjetiva mais do que o placebo (IC 95% -11,65 a 6,71).

Referência

DOI: 10.1016/j.clnesp.2017.10.004. PMID: 29460813.

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Efetividade da coenzima Q10 na redução da fadiga — revisão sistemática e meta-análise de ensaios clínicos randomizados 2022

Leitura editorial

Meta-análise, 13 ensaios randomizados, 1.126 participantes. CoQ10 reduziu significativamente escores de fadiga (g de Hedges -0,398, IC 95% -0,641 a -0,155; p=0,001), com efeito maior em doses mais altas e tratamentos mais longos.

Referência

DOI: 10.3389/fphar.2022.883251. PMID: 36091835.

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Suplementação repetida de quercetina e reação alérgica — ensaio clínico randomizado, duplo-cego, controlado por placebo 2022

Leitura editorial

Ensaio clínico randomizado, 66 adultos japoneses com polinose. Quercetina (200 mg/dia, formulação fitossoma) por 4 semanas melhorou significativamente escores de qualidade de vida em rinoconjuntivite (JRQLQ), incluindo coceira ocular, espirros e coriza, vs. placebo.

Referência

DOI: 10.26355/eurrev_202206_29072. PMID: 35776034.

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Efeito dos probióticos na rinite alérgica em crianças — revisão sistemática e meta-análise 2026

Leitura editorial

Meta-análise, 14 ensaios randomizados, 1.739 crianças. Probióticos reduziram significativamente escores de sintomas nasais (SMD -1,40) e oculares (SMD -3,59) e melhoraram qualidade de vida (SMD -2,98), mas com heterogeneidade muito alta (I² 91-96%) e pequeno aumento inesperado de eosinófilos séricos.

Referência

DOI: 10.1007/s00431-026-07031-0. PMID: 42209809.

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Efetividade e segurança da probioticoterapia no manejo da rinite alérgica pediátrica — revisão sistemática e meta-análise 2022

Leitura editorial

Meta-análise, 26 ensaios randomizados em crianças. Probióticos melhoraram taxa de remissão de sintomas nasais, reduziram TNSS e melhoraram qualidade de vida (PRQLQ), com modulação favorável de marcadores imunológicos (IL-4, IL-6, IL-17, IFN-gama, IL-10).

Referência

DOI: 10.1016/j.ijporl.2022.111300. PMID: 36084479.

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Efeito do ácido ascórbico na resposta cutânea e nasal à histamina e a alérgenos — estudo clássico controlado 1982

Leitura editorial

Estudo controlado, 8 adultos com rinite alérgica sazonal. Vitamina C (2 g/dia, e até 4 g/dia em braço de dose-resposta) não reduziu a reatividade cutânea ou nasal à histamina ou a alérgenos, comparada a placebo.

Referência

DOI: 10.1016/0091-6749(82)90171-3. PMID: 7076989.

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Suplementação de vitamina D e incidência de fraturas em idosos saudáveis — meta-análise 2024

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Meta-análise de 7 ensaios randomizados, 71.899 participantes (60 anos ou mais). Vitamina D isolada não reduziu a incidência total de fraturas (RR 1,03) e esteve associada a maior risco de fratura de quadril em mulheres (RR 1,34).

Referência

DOI: 10.1007/s11606-024-08933-1. PMID: 38997531.

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Exercício combinado com cálcio e vitamina D na densidade óssea de mulheres na pós-menopausa — meta-análise 2025

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Revisão sistemática e meta-análise, 13 ensaios randomizados. A combinação de exercício com cálcio e vitamina D aumentou significativamente a densidade óssea na coluna lombar (SMD 0,31) e no colo do fêmur (SMD 0,47) frente à suplementação isolada.

Referência

DOI: 10.3390/nu17243866. PMID: 41470812.

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Vitamina K2 e marcadores de remodelação óssea em osteoporose pós-menopausa — meta-análise 2025

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Revisão sistemática e meta-análise, 9 estudos, 2.570 participantes. Vitamina K2 aumentou osteocalcina e fosfatase alcalina óssea, e reduziu osteocalcina não carboxilada e fosfatase ácida resistente a tartarato.

Referência

DOI: 10.3389/fendo.2025.1703116. PMID: 41268154.

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Eficácia da vitamina K2 na prevenção e tratamento da osteoporose pós-menopausa — meta-análise 2022

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Revisão sistemática e meta-análise, 16 ensaios randomizados, 6.425 participantes. Melhora significativa da densidade óssea na coluna lombar (p=0,006); redução na incidência de fraturas após exclusão de um estudo heterogêneo (RR 0,43, p=0,01).

Referência

DOI: 10.3389/fpubh.2022.979649. PMID: 36033779.