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Açafrão, ansiedade e humor — meta-análise GRADE 2026

Leitura editorial

Trinta e quatro ensaios e 1.769 participantes no conjunto. Houve melhora na escala de Beck, mas não na escala Hamilton avaliada por clínico; heterogeneidade muito alta.

Referência

DOI: 10.1080/1028415X.2025.2602153. PMID: 41693488.

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Ômega-3 e sintomas de ansiedade — meta-análise dose–resposta 2024

Leitura editorial

Vinte e três ensaios e 2.189 participantes. A certeza para ansiedade foi muito baixa; estudos com baixo risco de viés não mostraram efeito estatisticamente claro.

Referência

DOI: 10.1186/s12888-024-05881-2. PMID: 38890670.

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Probióticos, prebióticos e ansiedade — meta-análise 2025

Leitura editorial

Quarenta e nove estudos de ansiedade, com 3.912 participantes. Efeito médio favorável, mas com heterogeneidade alta, populações e produtos muito diferentes.

Referência

DOI: 10.1186/s12888-025-07644-z. PMID: 41310510.

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Coenzima Q10, depressão e ansiedade — meta-análise 2025

Leitura editorial

Para ansiedade, apenas dois estudos pequenos e 101 participantes; não houve redução estatisticamente clara.

Referência

DOI: 10.1007/s00228-025-03904-9. PMID: 40833470.

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Meta-análise 2025 — suplementos e prevenção de enxaqueca

Título original

Effects of selected dietary supplements on migraine prophylaxis: A systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials.

Desenho

Revisão sistemática com meta-análise dose–resposta de ensaios clínicos randomizados.

Leitura editorial

O resumo indexado informa que a evidência existente sobre suplementos para prevenir enxaqueca produziu resultados conflitantes. Este estudo deve servir como fonte central para revisão humana, não como autorização automática para recomendação de um ingrediente ou produto.

Referência

Jazayeri S, et al. Neurological Sciences. 2025;46(2):651-670. DOI: 10.1007/s10072-024-07794-0. PMID: 39404918. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39404918/

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Meta-análise 2022 — riboflavina e prevenção de enxaqueca

Título original

Effect of Vitamin B2 supplementation on migraine prophylaxis: a systematic review and meta-analysis.

Desenho

Revisão sistemática e meta-análise sobre suplementação de vitamina B2 em prevenção de enxaqueca.

Desfechos avaliados

Dias, duração, frequência e escore de dor das crises de enxaqueca, conforme o resumo indexado.

Referência

Hu FW, et al. Nutritional Neuroscience. 2022;25(9):1801-1812. DOI: 10.1080/1028415X.2021.1904542. PMID: 33779525. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33779525/

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Meta-análise 2021 — Coenzima Q10 e prevenção de enxaqueca

Título original

Coenzyme Q10 supplementation for prophylaxis in adult patients with migraine—a meta-analysis.

O que a revisão investigou

Esta revisão sistemática com meta-análise reuniu seis estudos, somando 371 adultos com enxaqueca. A pergunta era específica: quando comparada a controle, a coenzima Q10 reduzia frequência das crises, duração da cefaleia ou intensidade da dor?

O que foi encontrado

Na análise agrupada, a frequência das crises foi menor no grupo que recebeu coenzima Q10: diferença média de −1,52 ataques por mês (IC 95%: −2,40 a −0,65). A duração média da cefaleia também foi menor em 0,19 hora, aproximadamente 11 minutos (IC 95%: −0,27 a −0,11). Para intensidade da dor, porém, a diferença não foi estatisticamente clara: −1,83 na escala utilizada, com intervalo de confiança de −4,32 a 0,66.

Como interpretar

O resultado mais consistente deste conjunto de estudos é um possível benefício na frequência das crises. Isso não significa que todas as pessoas terão 1,52 crises a menos por mês: é uma média entre estudos e participantes diferentes. A redução de duração foi pequena, e o resultado para intensidade permaneceu incerto.

Limites importantes

Embora a frequência tenha mostrado baixa heterogeneidade na análise agrupada, a base ainda era pequena. Os estudos diferiam em protocolo, acompanhamento e forma de avaliar os desfechos; a meta-análise não permite definir a melhor dose, formulação, duração de uso ou quem tem maior chance de responder. Ela também não demonstra que a coenzima Q10 substitua tratamento preventivo indicado ou avaliação clínica individual.

Leitura editorial

Para esta página, a coenzima Q10 entra como uma opção com sinal de benefício potencial para prevenção, não como recomendação universal. A decisão precisa considerar frequência e impacto das crises, outros tratamentos, custo, tolerabilidade e possíveis interações.

Referência

Idris NS, et al. BMJ Open. 2021;11:e039358. DOI: 10.1136/bmjopen-2020-039358. PMID: 33402403. Registro no PubMed.

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Creatina, força e massa magra em idosos — revisão sistemática e meta-análise 2025

Leitura editorial

Oito ensaios e 482 adultos mais velhos. Creatina mais treino resistido melhorou força de membros inferiores e massa magra, sem melhora clara da força de membros superiores no conjunto total.

Referência

DOI: 10.1186/s11556-025-00392-9. PMID: 41388441.

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Creatina e hipertrofia regional por imagem — revisão sistemática e meta-análise 2023

Leitura editorial

Dez estudos e 44 desfechos de imagem em adultos saudáveis. Creatina mais treino resistido mostrou efeito muito pequeno, porém favorável, em medidas diretas de hipertrofia após pelo menos seis semanas.

Referência

DOI: 10.3390/nu15092116. PMID: 37432300.

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Creatina e massa corporal magra — revisão sistemática e meta-análise 2022

Leitura editorial

35 ensaios randomizados, 1.192 participantes. A massa magra aumentou em média 0,68 kg no conjunto e 1,10 kg quando creatina foi combinada a treino resistido; sem exercício não houve efeito estatisticamente claro.

Referência

DOI: 10.1016/j.nut.2022.111791. PMID: 35986981.